Wagner.
2010.
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2010.
Wagner & ubatã
Wagner & Iheus.
Solla.



   Dengue mata, cuide-se!
 
 
 

Saúde Itabela 12 / 03 / 2009

 

Secretário de Saúde garante que os casos de dengue estão diminuindo.

 

O secretário de Saúde do município, Yonan Galo, explica que a preocupação agora é com pessoas de Itabela que estavam passando o período de verão em Porto Seguro.

 

Vários municípios da Bahia têm sofrido verdadeiras epidemias de dengue nestes primeiros meses de 2009. Entre eles está o município de Itabela. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do município, Yonan Galo. Ele fala que encontrou o município com índice de infestação (6.9%), sendo que o aceitável pelo ministério da saúde é menos de 1%. Segundo o Galo, o gestor que perdeu a eleição deixou de fazer a limpeza pública desde outubro de 2008. O secretário de saúde da gestão passada simplesmente não fechou os ciclos de combate à dengue que são seis, ele concluiu apenas quatro, desde outubro os agentes de saúde ficaram impedidos de trabalhar porque não tinham material.

 

O município ficou entregue a própria sorte. “O que resultou em mais de 60 casos de dengue clássica e quatro casos de dengue hemorrágica, com a morte de uma criança de seis anos e meio causado por dengue hemorrágica”, informou o secretário. Entre as medidas que estão sendo desenvolvidas estão: O carro fumacê enviado pelo governo do estado, o trabalho realizado pelos técnicos da 8º DIRES (Diretoria Regional de Saúde). “Além disso, o trabalho de mutirão que tem sido feito constantemente pelos agentes de saúde e os garis também tem feito um trabalho forte de limpeza da cidade”, declarou o secretário.

 

De acordo com o secretário, com estas ações o quadro está sendo minimizado. Galo disse ainda que a preocupação agora é com pessoas de Itabela que estavam passando o período de verão em Porto Seguro, município que teve um foco muito grande de dengue hemorrágica, agora começam a retornar a cidade, o que pode aumentar os casos de dengue no município. O secretário admitiu que o município não estivesse preparado para enfrentar tantos casos da dengue. E conclamou a todos os cidadãos para combater a dengue.

 

A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), que picam tanto durante o dia como à noite. Os transmissores, principalmente o Aedes aegypti, se reproduzem dentro ou nas proximidades de habitações, em recipientes onde se acumula água (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas, etc.).

 

A transmissão pelo Aedes albopictus não é comum, porque o mosquito não costuma freqüentar o domicílio como o Aedes aegypti. O Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa.

 

Em média, cada Aedes aegypti vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. Ela é capaz de realizar inúmeras posturas no decorrer de sua vida, já que copula com o macho uma única vez, armazenando os espermatozóides em suas espermatecas (reservatórios presentes dentro do aparelho reprodutor). Uma vez com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença e calcula-se que haja uma probabilidade entre 30 e 40% de chances de suas crias já nascerem também infectadas. Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, em recipientes tais como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos de vasos de plantas ou qualquer outro que possa armazenar água de chuva. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos, que eclodem e nascem mais larvas do mosquito. Fonte: Sulbahianews / Foto João Pereira





Minas Gerais. 

Saúde alerta população para principais sintomas da dengue

Quinta-feira, 12 março, 2009 - 18h05min

Procurar ajuda médica imediata contribui para diagnóstico e tratamento eficaz da doença.

O Governo de Minas está alertando a população para cuidados que deve ser tomada aos primeiros sinais da dengue, doença que historicamente tem seu pico entre janeiro e maio. Para se evitar uma epidemia, além das medidas preventivas para acabar com os focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, é preciso que as pessoas procurem ajuda e orientação médica imediata tão logo perceba algum sintoma da doença. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficiente será o tratamento e as chances de cura.

Alerta:

A principal orientação da Secretaria de Estado da Saúde é para as pessoas se dirigirem à Unidade de Saúde mais próxima de sua casa ou à Unidade de Referência indicada em seu cartão do SUS caso apareça um ou mais dos seguintes sinais de alerta:

Diminuição repentina da febre

Dor muito forte na barriga

Sangramento de nariz, boca ou outros tipos de hemorragias

Tontura quando mudar de posição, por exemplo, ao se deitar ou se levantar

Diminuição do volume de urina

Vômitos freqüentes ou com sangue

Dificuldade de respirar

Agitação ou muita sonolência

Suor frio

Pontos de manchas vermelhas ou roxas na pele

Hidratação:

Beber muito líquido é outra recomendação importante para quem está doente ou sob suspeita de dengue. Tome água, suco de frutas, sopas, leite, chá, água de coco e soro caseiro para manter o corpo bem hidratado.

A receita do soro caseiro é simples e pode ser feito em poucos minutos. Basta misturar duas colheres de sopa de açúcar e uma colher de café de sal de cozinha em um litro de água filtrada ou fervida. O soro deve ser bebido aos pouquinhos, durante todo o dia, sem qualquer restrição. Também é recomendado o repouso. Mulheres com dengue devem continuar amamentando.

Prevenção e capacitação

A Secretaria de Saúde alerta ainda que as pessoas não devam se descuidar de medidas simples, como acabar com pratos que dão suporte a vasos de flores, pneus velhos e todo tipo de vasilha abandonada no lixo, nas ruas ou nos quintais que possam acumular água. O mosquito transmissor da dengue se reproduz na água parada. Até mesmo a água numa tampinha de refrigerante pode servir como ambiente para reprodução do mosquito da dengue.

Plano Estadual de Combate à Dengue:

O Governo de Minas está desenvolvendo um plano estadual de combate à dengue que intensificou as ações de prevenção e está investindo na capacitação de médicos e enfermeiros para que tenham plenas condições de classificar o risco de dengue com rapidez e agilidade. O objetivo é também dar mais qualidade ao tratamento e acompanhamento dos casos.

A capacitação está sendo feita, principalmente, pelo Canal Minas Saúde, uma das maiores redes de televisão corporativas do país, formada por mais de 2.700 pontos de recepção instalados em 3 mil postos de saúde, Gerências Regionais de Saúde e Centros Viva Vida de atenção à saúde em todo o Estado. O canal foi implantado pelo Governo de Minas para incrementar o programa de educação a distância mantida pelo Estado para profissionais da área de saúde.

Os investimentos do Governo de Minas em ações de combate à dengue somam R$ 12 milhões. Desse total, R$ 3 milhões foram aplicados na aquisição de novas tecnologias de combate aos focos do mosquito. Professores da UFMG desenvolveram, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o MosquiTrap, uma armadilha desenvolvida para capturar fêmeas do Aedes aegypti. O sistema monitora os focos do mosquito e presta apoio fundamental ao planejamento das ações desenvolvidas pelos agentes de saúde.

Também foram investidos R$ 2 milhões para intensificar o combate ao mosquito em Belo Horizonte e em oito municípios da Região Metropolitana - Betim, Contagem, Ibirité, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano onde o risco de epidemia são maiores. Para outros 85 municípios que apresentam risco e que por essa razão são considerados prioritários no combate à dengue, foram destinados mais R$ 3,1 milhões. Na confecção de material educativo e compra de teste rápido para avaliação de pacientes infectados foram aplicados mais R$ 4,4 milhões.

Agência Minas.















À Sua Excelência,

Digníssimo Dr. Jorge Solla,

Secretário de Saúde do Estado da Bahia.

 

 

Venho por meio desta, me solidarizar com sua atuação no combate à dengue no Estado da Bahia. Como médico atuante em uma das cidades mais atingidas pelo surto de dengue neste ano de 2009 (HGI e Clínica São Francisco de Assis) estive no Rio de Janeiro no mês de fevereiro deste mesmo ano no Hospital Estadual Carlos Chagas. Estive junto à equipe de epidemiologia, pediatria, clínica médica e infectologia com o objetivo de me atualizar e capacitar no tratamento de dengue no meu município, Ipiaú. Fui com recursos próprios visando o melhor atendimento à população de minha cidade, pensando nas mortes que poderiam e podem ser evitadas. Devo ressaltar que alguns deles foram colegas meus de faculdade (luta estudantil) e ou residência médica. Alias pelo menos uma colega minha, pediatra infectologista deve vir ainda este mês na Bahia, aproveitando suas férias e se dispôs a colaborar no que for necessário durante este período graciosamente. Alegro-me em saber que estamos convergindo numa mesma causa e me coloco à sua disposição como sendo o único profissional da saúde da região que esteve em um hospital de referência do Rio de Janeiro com grande número de leitos de dengue. Acredito que estou capacitado tal função. Estamos escrevendo um trabalho sobre o assunto.

Na ocasião reforço o oferecimento feito de realizar pelo SUS na Clínica São Francisco de Assis todos os exames de sangue necessário, como radiografias de controle da patologia e a realização de exames complementares de Ultra Sonografia (US), para diagnostico e confirmação de liquido na cavidade abdominal e torácica. Com o equipamento mais moderno da região, sem novos ônus pelo estado, pois tais exames seriam realizados pelo SUS.

 

Continuemos lutando em favor do bem maior: a saúde da nossa população.

 

 

 

 

 

Atenciosamente,

 

 

Dr. Carlos Henrique Castro.

 

12 de março de 2009, Ipiaú.

 

chccastro@uol.com.br

 

www.opiniaoipiau.com.br

 

 

 



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