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O mundo na luta contra a dengue.
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Sonho meu:

Sempre quis ser fotografa e viajar livremente pelo mundo a procura do que fotografar. Mas fotografar livremente. Eu vou parafrasear aquela musica: Sem Lenço e sem documento...

Esta foto daria o que falar, mas não é minha!

Hoje eu tenho de fazer tudo que eu neguei fazer a minha vida toda, eu me vendi!

Bons momentos não se esquecem, um dia, um momento vale por uma vida.

Espalhada por todo o mundo, principalmente nas áreas tropicais, a dengue vem se mostrando um dos flagelos do século. Se medidas de saneamento e de cooperação entre países não forem tomadas, e com o calor reinando cada vez maior sobre a Terra, o problema tende a se intensificar. No entanto, se os governos intensificarem as pesquisas e as medidas de prevenção, o Aedes egypti pode, dentro de alguns anos, até mesmo desaparecer.

O que é e como se transmite

A dengue é uma doença de incidência variável, dependendo da atividade epidêmica, relata o NCID. Ela é caracterizada como dengue e dengue hemorrágica, esta última com 5% de casos fatais. Embora não deixe seqüelas, se não tratada em tempo pode trazer complicações sérias para o organismo. Seu agente etiológico é o flavivírus e o mosquito que a transporta, chamado mosquito vetor, é o Aedes aegypti.

Há quatro tipos sorológicos (1, 2, 3 e 4) do vírus, da família Flaviviridae, do gene flavivírus, que podem causar a dengue e a dengue hemorrágica. David Beasley, da Queensland University of Technology, Austrália, explica que esses tipos de vírus são intimamente ligados, compartilham a mesma estrutura, o mesmo arranjo de genoma e os mesmos tipos de proteína.

Se uma pessoa for atacada por um desses quatro tipos, ela não fica imune aos demais, o que significa que pode se contaminar de quatro maneiras diferentes durante sua vida.

A dengue é principalmente uma doença dos trópicos e os vírus que a causam são mantidos em um ciclo que envolve humanos e o Aedes egypti.

O mosquito Aedes egypti é escuro, de pintas brancas, com um uma boca alongada como uma agulha. Ele se alimenta em humanos e é durante essa atividade de alimentação que o mosquito inocula no corpo o vírus da dengue.

Confundida com outras doenças, a dengue pode ser eventualmente diagnosticada como uma gripe, malária, febre tifóide, leptospirose, e até mesmo com sarampo e febre escarlate.

História da Dengue

A primeira epidemia de dengue aconteceu no século dezoito na Ásia, África e América do Norte, segundo o NCID - National Center for Infectious Diseases, órgão pesquisador da dengue nos Estados Unidos. Este órgão entende que a ocorrência quase simultânea de eventos nos três continentes é um indicador de que o vírus e seu mosquito vetor têm uma ampla distribuição nos trópicos há mais de 200 anos. Durante todo esse tempo, a febre da dengue foi considerada benigna, uma doença não fatal para os visitantes dos trópicos.

A doença ocorria a intervalos de 10 a 40 anos, pois o mosquito só era transportado entre populações de navios mercantes. No entanto, depois da II Guerra Mundial, intensificou-se a dengue na Ásia, expandindo-se para o Pacífico e para as Américas.

Prevenção

Desde o nível municipal, passando pelo estadual, federal, e até o nível internacional, a prevenção da dengue é bastante precária. Na maioria das cidades brasileiras, por exemplo, os postos de vigilância sanitária, quando existem, atuam apenas em reduzido horário comercial e não fazem plantões nos fins de semana. Sendo assim, não podem ser contactados sequer por telefone, para consultas e dúvidas de um cidadão ou para emergências.

De tempos em tempos, principalmente às vésperas das eleições, os departamentos de saúde fazem campanhas contra a dengue, distribuindo folhetos aos moradores com instruções de como eliminar os mosquitos e as larvas. Essas instruções frisam principalmente a limpeza dos quintais, a retirada de pneus velhos, latas e recipientes que possam acumular água da chuva e favorecer a criação de larvas do Aedes egypti. Em algumas cidades, onde a vigilância sanitária é um pouco mais atuante na prevenção, os fiscais vistoriam os quintais das casas e os terrenos baldios, e em casos extremos fazem dedetização, em geral depois que algum foco de dengue tenha sido detectado.

Sintomas e Diagnóstico

A dengue é caracterizada por um aparecimento súbito de febre alta, acompanhada de fortes dores de cabeça e dores musculares e nas juntas, náusea, vômito e erupções. Essas erupções podem aparecer em 3 a 4 dias depois da febre.

A infecção é diagnosticada por teste sangüíneo, que detecta a presença do vírus ou de anticorpos. A doença pode durar até 10 dias, mas a completa recuperação pode levar de 2 a 4 semanas. A Divisão de Doenças Infecciosas do NCID também relaciona com a dengue as manifestações de dores musculares e articulares, leucopenia (baixa do número de leucócitos – os glóbulos brancos de defesa do sangue), trombocitopenia (baixa do número de plaquetas – células responsáveis pela coagulação do sangue) e manifestações hemorrágicas, produzindo até mesmo (ocasionalmente) choques hemorrágicos.

Assim, a infecção por vírus da dengue produz um espectro de doença clínica que varia de uma síndrome viral não específica até a severa e fatal doença hemorrágica. Fatores importantes de risco para o DHF (dengue hemorrágica) incluem a cadeia e o sorotipo do vírus infectante, bem como a idade, o status imunológico e a predisposição genética do paciente.

A febre dura em geral de 4 a 6 dias e termina com uma crise de suor que nos adultos pode ser seguida de outra erupção e de um curto período de febre.

Áreas de Risco

As áreas de risco têm se expandido por todo o mundo, sendo sempre mais altas nas zonas urbanas, e podendo-se citar a presença do mosquito na África, Sul da Ásia e China, Índia, Oriente Médio, América do Sul, América Central, Caribe, Austrália (cuja vizinha, Nova Zelândia, está livre de dengue).

Na América do Sul, os países atingidos são o Brasil, a Bolívia, a Colômbia, o Equador, a Guiana Francesa, o Paraguai, o Peru, o Suriname e a Venezuela.

No Brasil, as maiores áreas de risco são toda a costa do Atlântico, começando no sudeste pelo o Estado de São Paulo, indo até o norte. Algumas áreas do centro-oeste também são infestadas pelo mosquito. As demais áreas, embora não sejam consideradas de risco, também podem ter a presença indesejável do Aedes.

Época de Risco

O mosquito é mais ativo durante o dia e é encontrado principalmente em áreas urbanas, preferindo sempre o ambiente dentro de casa. Durante o dia, portanto, os cuidados com a presença do mosquito devem ser redobrados.

As ocorrências de epidemias são sazonais, em geral durante as chuvas ou imediatamente logo depois delas, e isso vale para qualquer região do planeta, principalmente as regiões mais quentes ou tropicais.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as mudanças climáticas relacionadas com o aquecimento global podem levar ao aumento para dois bilhões o número de pessoas expostas à dengue até o ano de 2080. Este assunto foi um dos temas abordados pela OMS no Dia Mundial da Saúde de 2008, que tem o aquecimento global como tema principal.

Tratamento e Custo

O tratamento, nos casos mais severos, deve ser feitos no âmbito hospitalar. Os custos para se erradicar o mosquito são muito mais baixos que os custos do tratamento da doença, principalmente em casos de epidemia. É curioso que, mesmo assim, o Aedes egypti tenha sobrevivido no mundo por mais de dois séculos, sem nenhum aceno por parte dos países de um concreto esforço para debelar a dengue que se manifesta mais grave de tempos em tempos.

Programas de Erradicação

Nenhuma vacina está disponível no momento. Enquanto as pesquisas avançam em relação ao desenvolvimento de uma vacina, resta aos governos intensificar os programas de erradicação do mosquito.

O crescimento acelerado da população, com mais construção de casas e, muitas vezes, sem saneamento básico e sem instalações hidráulicas que possibilitem água adequada, tende a agravar o problema. Outra causa de maior índice de transmissão da dengue atualmente tem sido o meio de transporte entre as populações dos trópicos, por via aérea (viagens de avião), resultando em um constante intercâmbio de vírus desta e de outras doenças. Finalmente, na maioria dos países a infra-estrutura de saúde tem deteriorado.

Em Caso de Viagens

Em caso de viagens, algumas precauções podem ser tomadas tanto para viagens internacionais como para viagens domésticas.

Toda e qualquer pessoa que tenha que se locomover até uma área considerada de risco deve se prevenir na medida do possível, indo a um posto de saúde ou conversando com seu médico para saber quais cuidados devem ser tomados, já que ainda não existem vacinas, além de levar um bom repelente na bagagem. O uso de roupas que protejam todo o corpo (calcas compridas, camisas de mangas longas) é uma medida adicional, para diminuir a possibilidade de picada pelo inseto.

A hidratação e a alimentação saudável são fatores que ajudam a fortalecer o organismo. Em casos de viagem, a pessoa não deve cometer excessos, provando inclusive alimento típico de outra região a que o viajante não esteja habituado, para não predispor seu organismo à debilitação que, em caso de dengue, só tende a agravar o problema. Um médico deve aconselhar sobre o uso e os cuidados com repelentes, aerosóis e dedetizadores.


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 Será?

MANILA, Nov 10 - A Dengue, uma infecção viral disseminada por mosquitos em regiões tropicais, pode causar sangramentos extremamente graves. Pesquisadores das Filipinas informam que examinar o grupo sangüíneo de um paciente pode ajudar a prever qual das pessoas contaminadas pela doença tem um maior risco de desenvolver hemorragias.

Enquanto que o sangue de tipo B estava associado com sangramento, o tipo O parece ter uma certa proteção contra tais manifestações hemorrágicas. Esta foi a conclusão do trabalho apresentado pela , Dra. Carmen Batacan-Nievera, da Manila`s University of the Philippines and Philippine General Hospital, apresentadas no Segundo Congresso Mundial de Doenças Infecciosas Pediátricas, realizado em Manila, Filipinas.

Pequenos sangramentos na pele, pequenas manchas vermelhas ou de cor púrpura, chamadas petéquias, são comuns na Dengue. A Dra. Batacan-Nievera e seus colegas investigaram a associação de vários fatores clínicos e laboratoriais com a ocorrência de sangramento significativo entre crianças com a doença confirmada por exames de laboratório.

Das 241 crianças diagnosticadas com Dengue e que foram internadas no período de setembro a novembro de 1998, 36 preencheram os critérios da Organização Mundial de Saúde para o quadro de Dengue hemorrágica. Das 36 crianças, 33 tiveram um quadro brando da doença, e 3 um quadro bastante grave.

Além das petéquias, 40% destes 36 pacientes desenvolveram sangramento gastrointestinal, sangramento nasal, ou do aparelho respiratório. Além disso, os pesquisadores verificaram que a tendência ao sangramento era mais comum entre pacientes do sexo feminino, entre as crianças um pouco mais velhas (idade média de 11 anos), entre aquelas com infecção mais grave, e entre as que tinham os batimentos cardíacos mais acelerados (taquicardia).

Mas a Dra. Batacan-Nievera também avisou que mais pesquisas são necessárias para determinar se o grupo sangüíneo é um fator de risco real para sangramento na febre Dengue. `Este estudo exige que novas pesquisas o confirmem futuramente, uma vez que o tipo sangüíneo pode ser apenas um indicativo`, alertou a médica.

Publicado em Bibliomed Saúde em 15-11-1999


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A dengue está voltando. Nessa época do ano, aumenta o número de casos de dengue, pois as chuvas e a alta temperatura favorecem a disseminação do mosquito transmissor. Esse ano, O Brasil registrou um aumento no número de casos de dengue`.

 

Transmissão da Doença

 

A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A fêmea desse mosquito transmite um vírus que é responsável pela doença. Ela precisa de sangue para o desenvolvimento de seus ovos, e por isso, ela pica o homem. O Aedes aegypti pica preferencialmente durante o dia, e espalha rapidamente a doença, pois pode picar várias pessoas diferentes. No entanto, o mosquito só transmite a doença, caso ele tenha picado uma pessoa doente anteriormente. Não existe transmissão entre pessoas ou por alimentos. Para reconhecer o mosquito, basta observar se ele possui coloração escura e algumas faixas brancas pelo corpo. Além disso, ele é menor que um pernilongo.

 

Manifestações

 

A doença se manifesta por sintomas como febre alta, dores de cabeça, prostração, dor muscular, dor ao redor dos olhos, náuseas, vômitos, dores abdominais e manchas na pele.

 

A maioria das pessoas com a doença começam a melhorar quatro ou cinco dias após o aparecimento dos sintomas, se curando de forma definitiva em 10 dias.

 

Podem ocorrer também outros sintomas, caso a pessoa desenvolva a forma mais grave da doença que é a dengue hemorrágica. A dengue hemorrágica apresenta os mesmos sintomas da dengue comum, mas quando a febre acaba, a pessoa apresenta sangramentos, pele fria, e queda da pressão arterial. Além disso, a pessoa sente fortes dores no abdômen e tem períodos de sonolência alternados com agitação. A dengue hemorrágica é muito perigosa e pode levar à morte. Ela pode ocorrer por várias razões como duas infecções pelo vírus, transmissão de um vírus mais violento, ou por outras causas como a desnutrição.

 

Como Tratar

 

A dengue não tem tratamento específico. Na maioria das vezes é tratada pela hidratação e pelo uso de antitérmicos para controlar a febre, a cefaléia, e as dores no corpo. As pessoas contaminadas devem evitar o uso de medicamentos a base de ácido acetil salicílico que podem favorecer às hemorragias. É preferível o uso de medicamentos a base de paracetamol. Mas nunca se deve tomar qualquer medicamento sem a orientação do médico que deve ser o responsável pelo diagnóstico correto da doença.

 

Como Prevenir

 

Para combater a dengue, a melhor tática é evitar a disseminação do mosquito transmissor. Deve-se evitar o acúmulo de água em pratos de vasos de plantas, pneus, copos, latas, garrafas, caixas d´água, ou, qualquer outro recipiente que acumule água. Isso porque a fêmea deposita seus ovos de preferência em águas limpas. Os ovos ficam aderidos na superfície interna dos recipientes. Caso a água seque, eles podem permanecer ali por anos, voltando a se desenvolver quando em contato com água, e por isso não adianta apenas substituir a água com freqüência, é preciso evitar seu acúmulo, tampar, lavar e esfregar bem os recipientes.

 

Os métodos de combate a dengue vem se aperfeiçoando ao longo do tempo. Antigamente, eram usadas substâncias oleosas (óleo queimado) na superfície da água matando por asfixia as larvas de mosquitos. Já na década de quarenta, passou-se a usar o inseticida ou larvicida nos locais de criação e em suas proximidades.

 

Recentemente, foi descoberta mais uma arma contra a dengue. Em uma pesquisa realizada na Unesp, em São José do Rio Preto, foi concluído que a borra de café, quando misturada à água pode ajudar a combater a doença. O estudo mostrou que a mistura altera o ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti, impedindo sua disseminação. Foi comprovado que a larva morre depois de quatro a cinco dias nessa solução. O uso da borra de café poderá ser liberado para uso doméstico em substituição ao larvicida.

 

Outro método para combater a dengue é a aplicação de inseticida através do fumacê. Esse método, combate apenas o mosquito adulto, e não os ovos e, portanto, o inseticida precisa ser constantemente aplicado para matar os mosquitos que vão se formando. Como os mosquitos adultos, em geral, não ficam a uma distância maior que 200 metros dos locais aonde colocam seus ovos fica mais fácil eliminá-los.

 

É importante também a realização de campanhas pelos jornais, rádios, TV, cartazes de rua e escolas para orientar a população a destruir ou proteger em suas casas todos os possíveis criadouros. Assim, se cada um fizer a sua parte, a dengue pode ser controlada.


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The four dengue viruses, the agents of dengue fever and dengue hemorrhagic fever in humans, are transmitted predominantly by the mosquito Aedes aegypti. The abundance and the transmission potential of Ae. aegypti are influenced by temperature and precipitation. While there is strong biological evidence for these effects, empirical studies of the relationship between climate and dengue incidence in human populations are potentially confounded by seasonal covariation and spatial heterogeneity. Using 20 years of data and a statistical approach to control for seasonality, we show a positive and statistically significant association between monthly changes in temperature and precipitation and monthly changes in dengue transmission in Puerto Rico. We also found that the strength of this association varies spatially, that this variation is associated with differences in local climate, and that this relationship is consistent with laboratory studies of the impacts of these factors on vector survival and viral replication. These results suggest the importance of temperature and precipitation in the transmission of dengue viruses and suggest a reason for their spatial heterogeneity. Thus, while dengue transmission may have a general system, its manifestation on a local scale may differ from global


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We have developed a novel platform technology that can express high levels of recombinant lipoproteins with intrinsic adjuvant properties. In this study, Ag473 (a lipoprotein from Neisseria meningitidis) can be produced in high yields using Escherichia coli strain C43 (DE3). After testing a non-lipoimmunogen (E3, from dengue virus) fused with different lipid signal peptides from other lipoproteins as well as Ag473 fragments of different lengths, we identified that the fusion sequence has to contain at least the N-terminal 40 residues, D1, of Ag473 to achieve high expression levels of the recombinant lipo-immunogen (rlipo-D1E3). The rlipo-D1E3 was found to elicit stronger anti-E3 and virus neutralizing antibody responses in animal studies than those from rE3 alone or rE3 formulated with alum adjuvant. These results have successfully demonstrated the merit of lipo-immunogens for novel vaccine development.


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Em Cuba na luta contra a dengue.
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Em Cuba na luta contra a dengue.

The Aedes Aegypti mosquito is the vector of the most difficult public health problems in tropical and semi-tropical world: the epidemic proliferation of dengue, a viral disease that can cause human beings death specially in its most dangerous form, dengue haemorrhagic fever. One of the most useful methods for mosquito detection and surveillance is the ovitraps: special traps to collect eggs of the mosquito. It is very important to count the number of Aedes Aegypti eggs present in ovitraps. This counting is usually performed in a manual, visual and non-automatic form. This work approaches the development of automatic methods to count the number of eggs in ovitraps images using image processing, particularly color segmentation and mathematical morphology-based non-linear filters.


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