Wagner.
2010.
2010.
2010.
2010.
Wagner & ubatã
Wagner & Iheus.
Solla.
|
O Lacen processou 2.309 amostras para sorologia, das quais 1.481 (64%) foram positivas. Foram isolados os três sorotipos (DENV-1 DENV-2, DENV-3), com predominância do DENV2, dentre as 72 amostras processadas. Os laboratórios regionais têm contribuído com o diagnóstico sorológico da Dengue, a exemplo do Centro de Referência em Doenças Endêmicas Pirajá da Silva (PIEJ) em Jequié e os laboratórios municipais de Vitória da Conquista, Ilhéus, Feira de Santana e Porto Seguro. Dentre as medidas de controle de responsabilidade exclusiva da SESAB, a aplicação de inseticida à Ultra Baixo Volume (UBV), adotada quando há confirmação laboratorial de transmissão de Dengue clássico e/ou notificação de Dengue grave, vem sendo realizada em 59 municípios, no sentido de contribuir com a interrupção da transmissão da Dengue.
Diante da identificação da ocorrência de surtos em alguns municípios do estado a partir da 1ª semana de 2009, com registro de altos coeficientes de incidência (Fig. 2), a SESAB vem desenvolvendo ações de apoio, visando controlar os surtos e evitar óbitos e complicações pela doença: Suporte Profissional com deslocamento de equipes técnicas para estruturação e organização do atendimento emergencial nos municípios com maior incidência da doença; Ampliação da Assistência com contratação de novos serviços, abertura de mais de 200 novos leitos para o tratamento da dengue e reforço do corpo clinico nas unidades da Rede Própria; Capacitação sobre o manejo clinico e o diagnóstico da Dengue, presencial e por videoconferência; Aquisição de equipamentos e implementação de novos laboratórios para agilizar o diagnóstico, reforço na distribuição de medicamentos e insumos para o tratamento da Dengue, aquisição e distribuição de equipamentos e mobiliários hospitalares, veículos para o trabalho de campo e ambulâncias para o transporte de doentes; Disque Dengue Estadual—serviço de call – center , Apoio do Corpo de Bombeiros; Apoio do Grupamento Aéreo com sobrevôos com helicópteros da PM em áreas de risco para localização de possíveis criadouros; Campanhas de Comunicação; Aquisição de Equipamentos para Controle do Mosquito, entre outras ações. |
 Clique aqui para ampliar essa imagem
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Situação Epidemiológica da Dengue no Estado da Bahia:
No ano de 2009, até a primeira semana de março, foram notificados 21.407 casos de
Dengue na (Bahia), correspondendo a um aumento de 270% em relação ao mesmo
período de 2008 (5.775). Quanto às formas graves da doença: Dengue com complicações,
Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome do Choque da Dengue registraram-se 496 casos
suspeitos em 71 municípios. Destes, confirmaram-se 161 casos graves e 25 óbitos,
em 41 municípios, assim distribuidos: Anagé (1), Andaraí (1), Apuarema (3), Barreiras (2),
Camaçari (2), Caravelas (3), Castro Alves (1), Cícero Dantas (1), Conceição do Coité (1), Feira
de Santana (3), Floresta Azul (2 óbitos), Guanambi (1), Ibirataia (1 óbito), Ilhéus (14),
Ipiaú (8 casos e 1 óbito), Ipirá (2), Itabela (1 óbito), Itaberaba (2), Itabuna (18 casos e 5
óbitos), Itaetê (1), Itapetinga (2 casos e 1 óbito), Itororó (1), Jacobina (3), Jequié (38 casos
e 3 óbitos), Lauro de Freitas (1), Manoel Vitorino (2), Mata de São João (1), Miguel Calmon
(1), Mirante (1), Nazaré (1), Porto Seguro (14 casos e 5 óbitos), Salvador (22 casos e 3 óbito),
S. Félix do Coribe (1), São Gabriel (1), Serrinha (4), Serrolândia (1), Simões Filho (2 óbitos),
Teixeira de Freitas (1), Ubaitaba (1 óbito), Umburanas (1), Várzea do Poço (1). |
Sandro Régis denuncia falha da Sesab no combate a dengue
Data: 03/03/2009
O deputado Sandro Régis (PR) ficou estarrecido com os números da dengue na Bahia, sem que a Secretaria de Saúde do Estado tenha um plano de ação eficiente para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Até o momento, segundo dados da própria Sesab, a Bahia já registrou 11.570 casos de dengue este ano, de acordo com o mais recente Boletim Epidemiológico divulgado hoje de manhã. Até a primeira semana de fevereiro, os registros da dengue clássica alcançavam 6.567 casos no Estado. Os números mais recentes foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro e representam uma média de 222,5 pessoas infectadas por dia.
`É um absurdo. São 222,5 casos por dia de dengue registradas na Bahia, um crescimento de 248% com relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 3.919 ocorrências. Em 52 dias, a incidência é quase um terço do total de 37.273 casos anotados durante todo o ano de 2008. E o que é pior: sabe-se que dez cidades concentram 73% dos casos - Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí - e nada é feito. São os maiores íundices do país. A Bahia é um mau exemplo de gestão administrativa. Hoje ou se morre por causa da insegurança pública ou se morre por falta de ações no combate a dengue`, protestou Régis.
O boletim oficial indica a existência de 291 casos suspeitos da forma grave da doença, em 50 municípios. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades, cerca de 34% do total de casos graves observados no ano passado. O número de mortes pode chegar a 11 até agora caso sejam confirmadas duas novas suspeitas de dengue hemorrágica, o das crianças Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, que morreu na tarde de segunda-feira, 2, e Júlia Santos Lima, de 9 anos, falecida na madrugada de domingo, 1, estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. A capital baiana tem notificados 209 casos da doença este ano. Destes, foram confirmados 54 de dengue clássica e três de dengue hemorrágica.
`É por isso que os deputados governistas tanto criticam as administrações passadas: para esconder a incompetência e a má gestão do atual governo, onde as únicas coisas que crescem são o desemprego, a violência e a dengue`, concluiu o parlamentar.
Fonte: Agência Oposição |
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21 de Fevereiro de 2009 - Início | 24 horas | Vc no Correio | Multimídia | Blogs | Equipe | Assinaturas | Contato
bahia |20.02.2009 - 16h59
Sesab anuncia criação de leitos para crianças com sintomas de dengue
Redação CORREIO
A morte de sete pessoas – entre elas seis crianças – no estado da Bahia nos primeiros 47 dias do ano provocadas pela dengue forçou a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) a tomar medidas no combate aos focos do mosquito e aos sintomas da doença. Em todo estado, já foram notificados 6.567 casos da doença – a maioria em crianças, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (18) pela Sesab.
O Hospital Central Roberto Santos (HCRS), em Salvador, receberá mais 20 leitos de terapia semi-intensiva pediátrica, específicos para atender pacientes mais graves, sobretudo em casos suspeitos de dengue na população infantil. Apesar do anúncio, o secretário ainda não tem data para a criação dos leitos. Disse apenas que será `em breve`.
O secretário disse ainda que estão sendo mantidos esforços para ampliação dos leitos nos hospitais Martagão Gesteira, Professor Edgar Santos (Hospital das Clínicas), Santo Antônio e Santa Isabel. “Nossa principal preocupação é garantir o atendimento precoce e adequado aos casos suspeitos de dengue, principalmente nas crianças, que concentram a maior parte dos casos da doença”, ressaltou o secretário.
O secretário de saúde de Salvador, José Carlos Brito, informou que o combate a doença na capital baiana ganhará a partir do próximo dia 5 de março, um Disque Dengue. Através deste número, a população poderá contactar a secretaria para informar locais onde há focos do mosquito. Além disso, foi anunciada a aquisição de mais veículos para atender eventuais chamados da população.
Brito ressaltou que as condições climáticas e as desigualdades sociais são alguns dos fatores que favorecem a proliferação de casos de dengue. A capital do estado notificou 114 casos suspeitos de dengue clássica e 18 de dengue grave em 2009. Sendo 48% destes localizados no distrito Cabula-Beiru (o bairro mais infectado é Arenoso). Ele falou ainda sobre a intensificação do trabalho de outros órgãos municipais envolvidos na limpeza pública, dragagem e limpeza de canais e garantiu que unidades de Saúde da Família funcionarão em regime de plantão de 24 horas, para atender aos casos suspeitos de dengue, caso seja necessário.
Além do esforço governamental, os secretários solicitaram o auxílio da população. “Se cada um de nós fizer o dever de casa, eliminando os criadouros do mosquito, vamos conseguir reduzir os índices de infestação predial e desse modo, manter a doença sob controle”, disse Solla.
Uma idéia simples: Humildade.
Porque não contatar o governo do estado do Rio de Janeiro que possui hoje a equipe mais bem treinada no Brasil, no enfrentamento da Dengue no Hospital Carlos Chagas em Marechal Hermes para que venha a Bahia dar alguns cursos no manejo real da Dengue. É uma equipe treinada na epidemia de 2008, na linha de frente e teria condições de salvar muitas vidas na Bahia. Sejamos humildes e ouçamos quem tem experiência de verdade no trato da Dengue.
Em Belo Horizonte tem outra grande especialista e obviamente não nos esqueçamos do maior especialista do mundo que é um médico cubano, o Dr. Eric Martínez Torres, que e um grande amigo do Brasil.
Eu mesmo fui me reciclar neste serviço em Dengue, por ter respeito com a vida humana. Sem nenhuma ajuda dos órgãos governamentais.
Dr. Carlos Henrique Castro.
Hospital Geral de Ipiaú.
Observação: Já há casos na cidade de Ipiaú de Dengue complicada, vide exames laboratoriais e um excelente US. De abdômen. Só faltando para confirmar definitivamente o quadro a sorologia especifica para Dengue. Caso este muito bem tratado pela equipe do HGI. Parabéns! |
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O Rio tem ao menos dez vezes mais pessoas infectadas pela dengue que os casos notificados, afirmou o médico cubano Eric Martínez Torres, membro da Academia de Ciências de Cuba(o que não significa absolutamente nada!) e especialista em dengue. À convite da prefeitura, Torres disse ainda que a cidade maravilhosa passa pelo tipo de epidemia de dengue mais perigosa no mundo hoje e que falta ao Rio cultura e educação sanitárias para evitar novas epidemias, ou seja, a culpa é da população. 'É um trabalho de muitos anos. Precisa de um esforço conjunto, e não só do governo'. Como todo bom comunista, o médico cubano já começou botando a culpa no povo, e não no mosquito ou nas autoridades que lhe pagaram a passagem e o cachê. Leia mais aqui.
Postado por Coronel às 20:59:00
17 comentários:
Silveira disse...
MÉDICO CUBANO? o que está fazendo aqui?
Com que autoridade pode um médico enjaulado em Cuba vir dá pitaco na corrupta administração brasileira?....É CLARO, misturando a corrupção brasileira com o arcáico comunismo cubano numa coqueteleira, o resultado do drink é a culpa do povo.
29 de Abril de 2008 21:45
Anônimo disse...
Se tivermos sorte este comuna volta para Cuba num caixão, vítima da dengue!
29 de Abril de 2008 21:51
Anônimo disse...
Aqui entre nós, Coronel: numa cidade em que a maioria do povo é metido a 'isperto', um jogando para o outro, ou para o governo de plantão a responsabilidade de uma ação efetiva, até que o 'especialista' cubano não está tão errado. Um estado, no qual, a criminalidade tomou conta, não pode colocar a culpa somente no governador de plantão e seus assessores. Cada cidadão, no seu modo de agir na sociedade, colabora para que um estado se transforme em céu ou inferno.
29 de Abril de 2008 22:02
Ajuricaba disse...
Coisa para o Conselho Federal de Medicina que deverá ser alertado pelo sr. Coronel para que se manifeste. Se eles não reconhecem os diplomas de formados em Cuba, ótima oportunidade de se fazerem presentes...Vem um barbudinho aqui e fica dando pitaco, é demais...
29 de Abril de 2008 22:06
Coronel disse...
Caro Anônimo:
Não conheço este Rio aí que você relata. Conheço um Rio maravilhoso, com pessoas alegres apesar de tudo. Infelizmente, a culpa é dos governantes que o Rio seja construído em forma de favelas, sem esgoto e sem infra-estrutura alguma.Uma pobreza de dar dó, que faz nascer todo o tipo de criminalidade. A culpa da dengue não é da água parada dentro de pneu velho.
Um abraço.
CORONEL
29 de Abril de 2008 22:07
Clipper disse...
Até parece que esse problema é exclusividade do RJ, só está no foco porque a prefeitura é do DEM.
Não tiro a responsabilidade do municipio, mas cadê o governo estadual e federal?
Fizeram muito barulho na época do FHC, e agora que os números são bem, bem maiores.
Cadê os números dos outros estados?
É uma vergonha a maneira que escondem os dados da dengue, pior que assim fica difícil de combater essa praga.
29 de Abril de 2008 22:30
Anônimo disse...
Coronel:
off-topic, mas nao tanto:
As imagens de hoje na TV, mostraram o fiasco monumental que e` essa passeata da tocha olimpica. O que se ve^ e` a SS chinesa em toda parte.
Conclamo TODAS as pessoas decentes do planeta Terra a boicotarem, nao so` a cerimonia de abertura dos jogos olimpicos, mas os proprios jogos olimpicos.
Em 1936 a Humanidade perdeu a oportunidade de fazer isso, e quem ganhou foi a Alemanha Nazista. Alias, foi a Alemanha Nazista que inventou essa farsa imbecil da parada com a tocha 'olimpica', num jogo de marketing. Vemos agora a ditadura chinesa explorando os jogos olimpicos para seu proveito proprio. Para a humanidade confraternizar com um regime com as maos sujas de sangue.
Hereticus
29 de Abril de 2008 22:33
batata disse...
Sr. Coronel:
Concordo que os culpados sejam os governantes nos três níveis, mas não dá para esquecer que foram democratimente eleitos pelo povo.
29 de Abril de 2008 22:51
Anônimo disse...
Se pobreza tivesse a ver com criminalidade na Índia só haveria bandido.Ou o Vale do Jequitinhonha, mais pobre impossível. A pobreza no Rio deve ser outra então, que nem nas favelas há pobre, pobre, pobre de marré, marré, marré.
E não haveria ricos criminosos como empresários,juízes,políticos, dirigentes de times de futebol e por aí vai.
Quem acabou com o Rio,a cidade principalmente,foi o Brizola.
Tirando o Lacerda, os outros só judiaram da `cidade maravilhosa`.
Conheci bem de perto o que é pobreza,gente que morava em casa sem piso, chão batido,inverno com vento `suli` entrando pelo buracos e frestas das tábuas mal juntadas do casebre, luz de lamparina,pirão d`água pra enganar a fome, sem água encanada, esgoto, banheiro,alternativa de emprego , serviço ou trabalho, nem de doméstica ou catador.No Rio de hoje, morre de fome quem quer.
Nem com a dengue ninguém lá `pobre` enterra 3 filhos na mesma semana, não vê morrer dois na mesma noite, num intervalo de 4 horas, por conta do sarampo sem vacina,de não ter médico, remédio ou sequer uma carroça pra transportar pra `capital` ou pro cemitério. Desculpe-me por discordar. ¬¬
LIa
29 de Abril de 2008 23:02
Anônimo disse...
Batata:
sera` que foram eleitos democraticamente mesmo? Eu nao confio tanto nas urnas eletronicas.
The Sea Serpent
29 de Abril de 2008 23:11
Anônimo disse...
Coronel:
todos os mosquitos da dengue capturados ate` agora, sem excecao, tinham cracha` do PT, pendurado no ferrao. Portanto nao sao eles os culpados. Nunca ninguem do PT e` culpado. Eles apenas se enganaram; no escuro confundiram brasileiro com pe` de alface. Os mosquitos petistas da dengue sao todos vegetarianos. Lembrem-se que a Esquerda brasileira e` vegetariana. So` a Esquerda venezuelana e` carnivora. Isto foi decretado pela CIA. Logo deve ser a verdade pura e inalterada. O culpado so` pode ser mesmo o povo, como afirma o maior especialista em dengue do Universo, esse 'medico cubano' sem credenciais validas no Brasil. Portanto exercendo ilegalmente a Medicina.
Hereticus
29 de Abril de 2008 23:30
batata disse...
The Sea Serpent
29 de Abril de 2008 23:11 ..................................... Pelo menos é o que se diz.
Quanto as urnas eletrônicas, nem os paraguaios as aceitam.
29 de Abril de 2008 23:39
batata disse...
Sr. Coronel:
Relendo com mais cuidado a notícia, notei que o cubano veio a convite da prefeitura. Quem é mesmo o prefeito do Rio e, que partido pertence?
29 de Abril de 2008 23:43
Sharp Random disse...
Quanto mais ignorante o povo maior é a responsabilidade do governante em alertá-lo, instruí-lo e equipá-lo por antecipação do óbvio decorrente da sua própria caracterização.
O governante ao pleitear o voto imiscui-se na vida dos eleitores para construir o seu discurso e elaborar as promessas que os convençam a aderir.
Portanto, não há como tirar o seu da reta.
A responsabilidade objetiva é da autoridade pública que foi ineficaz na metodologia, na fiscalização e na imposição da norma legal com vistas ao cumprimento de sua missão constitucional.
Uma vez que o surto não é novidade e sua previsibilidade se comprova pela experiência de décadas mundo afora caracteriza-se a prevaricação típica das gestões criminosas do dinheiro público.
30 de Abril de 2008 00:11
filoxera disse...
Coronel
Tem razão. Os governantes devem ser culpabilizados, pois o seu trabalho è prever e prevenir. Isso não sucedeu com Temporão nem com Sergio Cabral.
Deveriam justificar a sua incompetência demetindo-se já de imadiato, sendo posteriormente julgados em tribunal, com juri, de preferência só com jurados que perderem filhos pequenos!
Não falam muito em Democracia? Então enfrentem perante a opinião publica e posteriormente em Tribunal seu erro devido a sua incompetência como politicos.
Agora, acusar o povo da borrada que fizeram? Covardia!
30 de Abril de 2008 00:42
Mario disse...
Um 'especialista cubano em dengue' ... fica a pergunta mais importante: por acaso é preciso convidar tal 'ilustre' para dizer obviedades?
Sobre o que disse:
É obvio que o número de infectados é muito maior que o divulgado.
A pergunta que ninguém faz, nem a esse especialista ou a qualquer outra 'otoridade':
É verdade que o povo também é responsável. Entretanto, É O MESMO POVO DE 10 ANOS ATRÁS!!!... OU DE 5!!!! ENTÃO, O QUE MUDOU DE LÁ PARA CÁ????
A resposta é óbvia!!! Será que preciso desenhar????
30 de Abril de 2008 01:57
Annouk disse...
Só mesmo no grotão alguém gasta dinheiro para trazer e ouvir 'especialista' cubano.
Haja!!!
30 de Abril de 2008 05:37
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Equipe Editorial Bibliomed
Neste artigo:
- O que é e como se transmite - História da Dengue - Prevenção - Sintomas e Diagnóstico - Áreas de Risco - Época de Risco - Tratamento e Custo - Programas de Erradicação - Em Caso de Viagens
Espalhada por todo o mundo, principalmente nas áreas tropicais, a dengue vem se mostrando um dos flagelos do século. Se medidas de saneamento e de cooperação entre países não forem tomadas, e com o calor reinando cada vez maior sobre a Terra, o problema tende a se intensificar. No entanto, se os governos intensificarem as pesquisas e as medidas de prevenção, o Aedes egypti pode, dentro de alguns anos, até mesmo desaparecer.
O que é e como se transmite
A dengue é uma doença de incidência variável, dependendo da atividade epidêmica, relata o NCID. Ela é caracterizada como dengue e dengue hemorrágica, esta última com 5% de casos fatais. Embora não deixe seqüelas, se não tratada em tempo pode trazer complicações sérias para o organismo. Seu agente etiológico é o flavivírus e o mosquito que a transporta, chamado mosquito vetor, é o Aedes aegypti.
Há quatro tipos sorológicos (1, 2, 3 e 4) do vírus, da família Flaviviridae, do gene flavivírus, que podem causar a dengue e a dengue hemorrágica. David Beasley, da Queensland University of Technology, Austrália, explica que esses tipos de vírus são intimamente ligados, compartilham a mesma estrutura, o mesmo arranjo de genoma e os mesmos tipos de proteína.
Se uma pessoa for atacada por um desses quatro tipos, ela não fica imune aos demais, o que significa que pode se contaminar de quatro maneiras diferentes durante sua vida.
A dengue é principalmente uma doença dos trópicos e os vírus que a causam são mantidos em um ciclo que envolve humanos e o Aedes egypti.
O mosquito Aedes egypti é escuro, de pintas brancas, com um uma boca alongada como uma agulha. Ele se alimenta em humanos e é durante essa atividade de alimentação que o mosquito inocula no corpo o vírus da dengue.
Confundida com outras doenças, a dengue pode ser eventualmente diagnosticada como uma gripe, malária, febre tifóide, leptospirose, e até mesmo com sarampo e febre escarlate.
História da Dengue
A primeira epidemia de dengue aconteceu no século dezoito na Ásia, África e América do Norte, segundo o NCID - National Center for Infectious Diseases, órgão pesquisador da dengue nos Estados Unidos. Este órgão entende que a ocorrência quase simultânea de eventos nos três continentes é um indicador de que o vírus e seu mosquito vetor têm uma ampla distribuição nos trópicos há mais de 200 anos. Durante todo esse tempo, a febre da dengue foi considerada benigna, uma doença não fatal para os visitantes dos trópicos.
A doença ocorria a intervalos de 10 a 40 anos, pois o mosquito só era transportado entre populações de navios mercantes. No entanto, depois da II Guerra Mundial, intensificou-se a dengue na Ásia, expandindo-se para o Pacífico e para as Américas.
Prevenção
Desde o nível municipal, passando pelo estadual, federal, e até o nível internacional, a prevenção da dengue é bastante precária. Na maioria das cidades brasileiras, por exemplo, os postos de vigilância sanitária, quando existem, atuam apenas em reduzido horário comercial e não fazem plantões nos fins de semana. Sendo assim, não podem ser contactados sequer por telefone, para consultas e dúvidas de um cidadão ou para emergências.
De tempos em tempos, principalmente às vésperas das eleições, os departamentos de saúde fazem campanhas contra a dengue, distribuindo folhetos aos moradores com instruções de como eliminar os mosquitos e as larvas. Essas instruções frisam principalmente a limpeza dos quintais, a retirada de pneus velhos, latas e recipientes que possam acumular água da chuva e favorecer a criação de larvas do Aedes egypti. Em algumas cidades, onde a vigilância sanitária é um pouco mais atuante na prevenção, os fiscais vistoriam os quintais das casas e os terrenos baldios, e em casos extremos fazem dedetização, em geral depois que algum foco de dengue tenha sido detectado.
Sintomas e Diagnóstico
A dengue é caracterizada por um aparecimento súbito de febre alta, acompanhada de fortes dores de cabeça e dores musculares e nas juntas, náusea, vômito e erupções. Essas erupções podem aparecer em 3 a 4 dias depois da febre.
A infecção é diagnosticada por teste sangüíneo, que detecta a presença do vírus ou de anticorpos. A doença pode durar até 10 dias, mas a completa recuperação pode levar de 2 a 4 semanas. A Divisão de Doenças Infecciosas do NCID também relaciona com a dengue as manifestações de dores musculares e articulares, leucopenia (baixa do número de leucócitos – os glóbulos brancos de defesa do sangue), trombocitopenia (baixa do número de plaquetas – células responsáveis pela coagulação do sangue) e manifestações hemorrágicas, produzindo até mesmo (ocasionalmente) choques hemorrágicos.
Assim, a infecção por vírus da dengue produz um espectro de doença clínica que varia de uma síndrome viral não específica até a severa e fatal doença hemorrágica. Fatores importantes de risco para o DHF (dengue hemorrágica) incluem a cadeia e o sorotipo do vírus infectante, bem como a idade, o status imunológico e a predisposição genética do paciente.
A febre dura em geral de 4 a 6 dias e termina com uma crise de suor que nos adultos pode ser seguida de outra erupção e de um curto período de febre.
Áreas de Risco
As áreas de risco têm se expandido por todo o mundo, sendo sempre mais altas nas zonas urbanas, e podendo-se citar a presença do mosquito na África, Sul da Ásia e China, Índia, Oriente Médio, América do Sul, América Central, Caribe, Austrália (cuja vizinha, Nova Zelândia, está livre de dengue).
Na América do Sul, os países atingidos são o Brasil, a Bolívia, a Colômbia, o Equador, a Guiana Francesa, o Paraguai, o Peru, o Suriname e a Venezuela.
No Brasil, as maiores áreas de risco são toda a costa do Atlântico, começando no sudeste pelo o Estado de São Paulo, indo até o norte. Algumas áreas do centro-oeste também são infestadas pelo mosquito. As demais áreas, embora não sejam consideradas de risco, também podem ter a presença indesejável do Aedes.
Época de Risco
O mosquito é mais ativo durante o dia e é encontrado principalmente em áreas urbanas, preferindo sempre o ambiente dentro de casa. Durante o dia, portanto, os cuidados com a presença do mosquito devem ser redobrados.
As ocorrências de epidemias são sazonais, em geral durante as chuvas ou imediatamente logo depois delas, e isso vale para qualquer região do planeta, principalmente as regiões mais quentes ou tropicais.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as mudanças climáticas relacionadas com o aquecimento global podem levar ao aumento para dois bilhões o número de pessoas expostas à dengue até o ano de 2080. Este assunto foi um dos temas abordados pela OMS no Dia Mundial da Saúde de 2008, que tem o aquecimento global como tema principal.
Tratamento e Custo
O tratamento, nos casos mais severos, deve ser feitos no âmbito hospitalar. Os custos para se erradicar o mosquito são muito mais baixos que os custos do tratamento da doença, principalmente em casos de epidemia. É curioso que, mesmo assim, o Aedes egypti tenha sobrevivido no mundo por mais de dois séculos, sem nenhum aceno por parte dos países de um concreto esforço para debelar a dengue que se manifesta mais grave de tempos em tempos.
Programas de Erradicação
Nenhuma vacina está disponível no momento. Enquanto as pesquisas avançam em relação ao desenvolvimento de uma vacina, resta aos governos intensificar os programas de erradicação do mosquito.
O crescimento acelerado da população, com mais construção de casas e, muitas vezes, sem saneamento básico e sem instalações hidráulicas que possibilitem água adequada, tende a agravar o problema. Outra causa de maior índice de transmissão da dengue atualmente tem sido o meio de transporte entre as populações dos trópicos, por via aérea (viagens de avião), resultando em um constante intercâmbio de vírus desta e de outras doenças. Finalmente, na maioria dos países a infra-estrutura de saúde tem deteriorado.
Em Caso de Viagens
Em caso de viagens, algumas precauções podem ser tomadas tanto para viagens internacionais como para viagens domésticas.
Toda e qualquer pessoa que tenha que se locomover até uma área considerada de risco deve se prevenir na medida do possível, indo a um posto de saúde ou conversando com seu médico para saber quais cuidados devem ser tomados, já que ainda não existem vacinas, além de levar um bom repelente na bagagem. O uso de roupas que protejam todo o corpo (calcas compridas, camisas de mangas longas) é uma medida adicional, para diminuir a possibilidade de picada pelo inseto.
A hidratação e a alimentação saudável são fatores que ajudam a fortalecer o organismo. Em casos de viagem, a pessoa não deve cometer excessos, provando inclusive alimentos típicos de outra região a que o viajante não esteja habituado, para não predispor seu organismo à debilitação que, em caso de dengue, só tende a agravar o problema. Um médico deve aconselhar sobre o uso e os cuidados com repelentes, aerosóis e dedetizadores. |
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O assunto a ser tratado e sobre contagem e interpretação de resultado de alteração nas plaquetas circulantes no sangue. Referências de busca: O que são plaquetas, trombócitos, coagulação, como realizar a contagem das plaquetas, valores normais, interpretação, aumento, diminuição, alterações. Plaqueta ou trombócitos são células sanguíneas formadas na medula óssea, a partir de megacariócitos que se fragmentam e estes fragmentos são chamados de plaquetas, por isso são anucleadas, isto é, desprovidas de núcleo. Possuem tamanho de 1,5 - 3,0 micrometros e circulam no sangue como disco achatado, contribui na formação dos coágulos sanguíneos, integrando o processo de coagulação sanguínea. Os valores de referência das plaquetas em adultos e crianças são de 150.000 a 400.000 por mm3 de sangue. O aumento das plaquetas pode ocorrer por: doenças mieloproliferativas - LMC, mielofibrose, policitemia vera, doenças inflamatórias ( febre reumática, artrite reumatóide, colite ulcerativa), doenças malígnas - carcinomas, doença de Hodgkin e outros linfomas. Já as plaquetopenias ou diminuição do número de plaquetas podem ser hereditária como síndrome de Wiskott-Aldrich, de Bernard Soulier e de Fanconi ou adquiridas (púrpura trombocitopênica idiopática secundária a doenças auto-imunes, anemias aplásica e magaloblástica, coagulopatias de consumo, malária, dengue (viroses), leucoses e outras). Depois de tudo que já se falou sobre a dengue, a epidemia, a crise na saúde pública, de quem é a culpa e de quem é o mosquito Aedes aegypti, e os sintomas, falta de controle, entre tantas outras coisas, vou me ater no tema laboratorial - sobre qual exame deve ser feito em casos de suspeita de dengue, resultado, métodos utilizados para fazer o exame. Eu não vou explicar os detalhes de causa, sintomas, efeito, mecanismo de ação, ou medidas de proteção, e cuidados. Vou sim, falar sobre os exames que podem ser feitos quando se suspeita que esteja com dengue. Quais exames se devem fazer nestes casos para descobrir se é realmente dengue?
Bem porque não um pouco de historia recente, ou seja, sobre a dengue no Rio de Janeiro em 2008.
Antes disso, apenas um comentário sobre a “propriedade” do mosquito. Eu não sou morador do Rio de Janeiro, mas escrevendo sobre outra cidade, que também no ano passado, surgiu um grande número de casos de dengue, sendo que na época, o prefeito, sabendo que 2008 seria ano político, depois de não ter tomado nenhuma medida para combater a dengue nos primeiros três anos do seu mandato, resolveu, no último ano, agir. Conseguiu reduzir os casos de dengue no ano de 2008 a níveis imperceptíveis. Diferente das autoridades de saúde do Rio de Janeiro que não tiveram uma percepção sanitária sobre a doença, e muito menos política, que é o que geralmente os preocupa. Mas é claro que não é só os governantes os culpados, a população também tem sua parcela de culpa, claro. Os exames de sangue para detectar dengue. Os sorotipos do vírus sabemos que são 1, 2, 3 e 4 (já encontrado no país) e que o vírus é de uma família que tem várias espécies, entre elas o vírus da febre amarela, e que o material de proteínas que envolve o vírus, possui uma parte que é comum a outros vírus, e este fato pode levar a reações cruzadas, ou seja resultados falso negativos ou falso positivos 1,7%.
Um teste realizado é o Imunoensaio enzimático IgM: detecta anticorpos IgM específicos para os quatro sorotipos. O teste IgM tem a capacidade de detectar anticorpos anti-IgM em praticamente 80% dos pacientes com 5 dias de doença, contados a partir do início dos sintomas; e por volta de 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. É importante dizer também que raros pacientes não desenvolvem IgM com até 8 dias da doença. O anticorpo IgM é detectado na doença primária, com valores altos, e na infecção secundária. E também raros pacientes com infecção secundária não se encontra IgM positivo. Já na infecção terciária os valores são baixos ou negativos. IgM pode persistir por mais de 90 dias, mas na maioria torna-se indetectável após 60 dias do início do quadro clínico. Lembrando que se for feito uma coleta de sangue antes do quinto dia, é muito provável que de resultado negativo, pois ainda não estava na data certa para colher o material, como dito acima.
Imunoensaio enzimatico IgG: É menos específico para dengue que os anticorpos IgM o que pode levar a resultados falso positivos. Devido também a aquela parte comum, ou igual a toda família, pode ser que de positivo o IgG em pessoas vacinadas contra febre amarela, por exemplo. É importante a realização dos dois exames IgM e IgG em casos de pacientes reinfectados eventualmente não sofrem elevação da IgM.
Resultado do exame de sorologia para dengue - imunoensaio enzimático:
Geralmente os valores do resultado do exame se apresentam com a seguinte referência: Negativo - Valor menor que 0.90; indeterminado - entre 0.90 e 1,10 e positivos - quando o valor for maior que 1,10.
Portanto, o ideal para realizar a coleta do sangue, que deve ser, depois de um jejum de 8 horas, 7 dias após o início dos sintomas.
Existe ainda o exame PCR para dengue, um teste por metodologia biologia molecular. Em determinadas situações, a dengue, pode evoluir para forma hemorrágica, que raramente acontece na infecção primária. Sendo comum na reinfecção, geralmente quando o vírus causador e o 2 ou 3.
Existe também a possibilidade de realizar o teste rápido para detectar a dengue, que é uma tira impregnada com os reagentes necessários para que quando o sangue do paciente possuir anticorpos IgG e IgM desenvolve a formação de uma linha colorida naquela área, sendo em um local da fita para detectar IgM e outro para detectar IgG e uma linha de controle, para saber se o material esta funcionando corretamente.
Resultado do exame de dengue teste rápido:
Negativo: Uma única linha na área de controle informa que não foram detectados anticorpos IgG e IgM anti-dengue. Faça um novo teste de 3 a 5 dias se a infecção por dengue ainda é suspeita.
Positivo IgM: Linha controle e a linha IgM visíveis na tira, amostra é positiva para anticorpos IgM anti-dengue. Indica uma infecção primária de dengue.
Positivo IgG: Linha controle e a linha IgG visíveis na tira, amostra é positiva para anticorpos IgG anti-dengue. Indica uma infecção secundária de dengue.
Positivo IgG e IgM: Linha controle da linha IgM e a linha IgG visíveis na tira, indica infecção primária tardia e infecção secundária recente. Anti- Dengue IgM/IgG positivo.
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CASO SUSPEITO DE DENGUE CLÁSSICO:
Indivíduo com doença febril aguda, com duração máxima de sete dias, acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: cefaléia, dor retro orbital, mialgia, artralgia, prostração e exantema, e com exposição à área de transmissão de Dengue ou com presença de Aedes aegypti nos últimos quinze dias.
SINAIS DE ALERTA:
Qualquer um dos sinais e sintomas abaixo: dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tonturas, queda da tensão arterial, pele, mãos ou pés frios hemorragias importantes palidez ou rubor facial, pulso rápido e fino, agitação ou letargia desconforto respiratório, diminuição repentina da temperatura redução do volume de urina.
RECOMENDAÇÕES:
Tomar muito líquido: água, suco de frutas, soro caseiro, chás, água de coco e sopas.
Evitar automedicação. Manter a amamentação.
Procurar assistência médica em caso de sinais de alerta. SESAB. |
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Especialistas alertam turistas sobre casos de dengue na Bahia
Agência Estado
Por AE
São Paulo - Abadá e repelente são a mistura aconselhada para quem vai curtir o carnaval na Bahia. A dengue baiana já contaminou 21 moradores da capital paulista, apenas em janeiro, e esse Estado é onde mais paulistanos adoeceram. A preocupação dos especialistas é que os turistas voltem dos trios elétricos, cordões e blocos baianos infectados e disseminem a doença em toda São Paulo. A Secretaria de Saúde da Bahia já confirmou seis mortes pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, quatro delas em Porto Seguro, uma das mais lotadas nos dias de folia.
A região sul baiana é a mais acometida pelas infecções. Na cidade de Itabuna, a 429 quilômetros de Salvador, foi decretado ontem estado de emergência por causa da dengue. No total, a Secretaria de Saúde informa que são 6.567 notificações de dengue - entram na conta casos suspeitos também que podem não ser confirmados - o que representa um aumento de 153% com relação ao mesmo período do ano passado. A forma mais grave da doença, chamada de hemorrágica, já contaminou 64 baianos.
Em São Paulo, as estatísticas são só de casos confirmados e mostram que no último mês, 52 paulistas adoeceram, contra 501em janeiro de 2008. Na capital, três moradores de Itaquera, bairro da zona leste, são os únicos que já entraram para os dados oficiais da dengue. Mas, como alertou o secretário Estadual de Saúde de SP, Luiz Roberto Barradas Barata, com a aproximação do feriado prolongado, os riscos de contaminação aumentam, já que uma pessoa pode adoecer em outro Estado, voltar para São Paulo, ser picada pelo Aedes, que passa a transmitir a doença no Estado.
Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, alerta que para o viajante que tem como destino uma região alarmada pela dengue, a única maneira preventiva é evitar o mosquito, com o uso de repelentes (para quem não é alérgico) e mosqueteiros. “Lembrando que os sintomas da doença costumam aparecer, em média, 10 dias após a picada do mosquito”, explica Furtado. “Isso significa que quem ficar doente no carnaval da Bahia, por exemplo, só vai ter febre, dor de cabeça e eventualmente manchas vermelhas no corpo já em São Paulo. Daí, a procura do médico deve ser imediata.”
Criadouros
A médica epidemiologista da Vigilância Sanitária Municipal de São Paulo, Vivian Ailt Cardoso, uma das responsáveis pela política de combate à dengue do município, informa que a maneira mais eficiente para eliminar a doença é combater os criadouros. São os vasos, piscinas, pneus e caixas d’água que costumam acumular água, ambiente preferido para a proliferação das larvas. “O combate tem de ser diário e constante, como escovar os dentes.” Vivian afirma que para o período de carnaval, uma estratégia de contenção de casos foi montada, com o foco para quem vai viajar para todos os locais, não só na Bahia. “Nossos agentes estarão em todas as rodoviárias, aeroportos, alertando sobre os sintomas da doença ensinando como evitar os criadouros”, garante. As informações são do Jornal da Tarde. |
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Saúde - BRASIL - |
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Mato Grosso do Sul, Sexta-Feira, 20 de Fevereiro de 2009 - 16:08 |
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Veja os cuidados caseiros simples que ajudam a combater a dengue |
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A água sanitária é uma importante aliada das famílias brasileiras no combate à dengue. 10 ml de água sanitária diluídos em cada 1 litro de água são o suficiente para matar todas as larvas do Aedes aegypt em 24 horas, de acordo com pesquisas desenvolvida pela ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) a pedido da Abiclor (Associação Brasileira de Indústrias de Cloro, Álcalis e Derivados). Ela pode ser despejada em pias, ralos e calhas.
A solução também pode ser usada na limpeza da casa, em vasos e outros objetos que acumulam água, e também na irrigação de plantas como as bromélias, pois não é prejudicial. Tendo em vista que a água sanitária é um produto acessível à população, inclusive de baixa renda, ela pode ser mais uma “arma” para conter a alta incidência da dengue no País.
O verão é o período do ano mais vulnerável à transmissão da dengue. Nessa época de altas temperaturas e chuvas intensas, é imprescindível uma atenção redobrada quanto à eliminação dos criadouros do mosquito transmissor. Outro fator que contribui para o surgimento de novos casos são as viagens de férias escolares e o Carnaval, quando então as pessoas contraem a doença e trazem para o local (município) de origem. | |
Fique alerta aos sintomas da dengue:
Depois da picada do mosquito com o vírus, os sintomas se manifestam normalmente do 3º ao 15º dia. Esse período é chamado de incubação. O tempo médio de duração da doença é de cinco a seis dias. É só depois do período de incubação que os seguintes sintomas aparecem:
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DENGUE CLASSICA:
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• Febre alta com início súbito. • Dor de cabeça. • Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento deles. • Perda do paladar e apetite. • Náuseas e vômitos. • Tonturas. |
• Extremo cansaço. • Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores. • Moleza e dor no corpo. • Muitas dores nos ossos e articulações. |
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DENGUE HEMORRÁGICO:
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Os sintomas da dengue hemorrágica no início da doença são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre, com maior freqüência, quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alarme: |
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• Dores abdominais fortes e contínuas. • Vômitos persistentes. • Pele pálida, fria e úmida. • Sangramento pelo nariz, boca e gengivas. • Sonolência, agitação e confusão mental. |
• Sede excessiva e boca seca. • Pulso rápido e fraco. • Dificuldade respiratória. • Perda de consciência. |
Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas.
Se você apresenta esses sintomas, vá imediatamente a uma unidade de saúde. |
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Fique alerta aos sintomas da dengue:
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PLANTÃO GAZETA |
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20/02/2009 09:30 A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer
A maneira mais eficaz de combater a dengue e não permitindo que o mosquito transmissor da doença nasça. Para isso, é necessário acabar com os 'criadouros' que são os lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito. O alerta é da Secretaria de Saúde de Cuiabá, que esta semana está promovendo um arrastão de combate à dengue nos bairros onde foram constatados o maior número de criadouros do mosquito.
“Portanto, não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente”, orienta Alessandra Carvalho, coordenadora do Programa de combate à dengue de Cuiabá. E é de forma bem clara e direta que os agentes de endemia conversam com os moradores a fim de conscientizá-los sobre os riscos oferecidos pelo mosquito transmissor:
Confira a seguir outras dicas da SMS para o combate à dengue:
- Pneus velhos são um dos lugares preferidos do mosquito. - Não deixe acumular água em pratos de vasos. Substitua a água dos vasos por areia grossa umedecida. - Esvazie as garrafas e coloque-as de cabeça para baixo. - Mantenha as caixas d’água, poços, latões e filtros bem fechados. - Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou bucha para eliminar completamente ovos de mosquitos.
Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos;
- Limpe calhas e lajes das casas; - Lave bebedouros de aves e animais com escova ou bucha e troque a água pelo menos uma vez por semana; - Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo, em local abrigado; - Fure latas e pneus; - Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas e tudo o que acumula água. O lixo deve ficar o tempo todo fechado.
Autor: Raquel Ferreira |
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